Secretaria de Educação deve acatar pedido dos convocados e alterar data de contrato
Por Redação Publicado 6 de fevereiro de 2015 às 11:43

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Secretaria de Educação deve acatar pedido dos convocados e alterar data de contrato

Por Mayara Bueno

Professores convocados e vereadores participam de reunião com chefe da Semad nesta manhã

A Prefeitura de Campo Grande (MS) deve acatar o pedido dos professores convocados e alterar a data de contratação para aulas da Reme (Rede Municipal de Ensino). Um grupo de10 profissionais da educação e os vereadores Luiza Ribeiro (PPS) e Eduardo Romero (PT do B) estão reunidos com a secretária municipal de Educação, Angela Maria de Brito, na manhã desta sexta-feira (6), para discutir detalhes das reivindicações da categoria.

O questionamento dos docentes é que o contrato dos professores temporários começa quando iniciam as aulas, neste caso, 19 de fevereiro, em virtude do adiamento do ano letivo feito pela Prefeitura e governo estadual. Com isso, os profissionais corriam o risco de receber só em abril, uma vez que o contrato começaria a valer depois do fechamento da folha de pagamento, já no início das aulas. No entanto, os profissionais argumentam que o ano levito começa dia 9, quando é feito o plano pedagógico para todo o ano letivo.

De acordo com o professor Gilvano Bronzoni, a secretária de Educação conversou com o prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte (PP), que teria acatado alterar o contrato dos professores temporários e gerar folha de pagamento complementar para contemplar os convocados, que, em algumas escolas municipais compõe 70% do corpo docente, segundo profissionais de educação.

Ontem, um grupo de 20 professores foram à Câmara Municipal de Campo Grande pedir ajuda e intermédio do vereador, líder do prefeito na Casa, Edil Albuquerque (PMDB). No dia anterior, o grupo se reuniu com alguns vereadores e definiu as solicitações reivindicadas pela categoria.

FONTE : MÍDIA MAX

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Fonte: ZapNews

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.