Processo seletivo de Prefeitura abre 270 vagas com salários de R$ 880
Por Redação Publicado 23 de junho de 2016 às 17:59

A PMCG (Prefeitura Municipal de Campo Grande) publicou no Diogrande de hoje (23), a inscrição de processo seletivo contratação de 70 vagas para agente de serviços culinários, e 200 vagas para como agente de atividades educativas infantis. As duas oportunidades tem carga horário de 40 horas semanais e remuneração de R$ 880.

Para aqueles que se interessarem pela vaga de agente de serviços culinários, precisam ter o ensino fundamental completo e ficarão responsáveis pela elaboração de refeições nas escolas e Ceinfs (Centros de Educação Infantil ).

Já os agentes de atividade educativas devem ter o ensino médio completo e trabalhará no atendimento educacional nas unidades atendidas pelo Projeto de Cuidados e Tratos Infantis.

Os interessados devem preencher um formulário e atender os requisitados citados no Diário Oficial . A classificação tem validade por dois anos, contado da data da sua divulgação no Diário Oficial do Município que consta no Diário

Fonte: Campo Grande News

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).