Nico derruba Ferrari e põe Mercedes no topo no 2º treino livre na Espanha
Por Redação Publicado 13 de maio de 2016 às 12:30

Hamilton, porém, não consegue ficar à frente de Raikkonen. Mais veloz no 1º treino, Vettel termina em quarto. Felipe Massa fecha em 16º, e Felipe Nasr, o 20º

Se no 1º treino livre para o GP da Espanha deu Ferrari graças aos pneus macios, bastou Nico Rosberg calçar os mesmos compostos para colocar ordem na Fórmula 1 e pôr a Mercedes no topo da folha de tempos na segunda atividade do dia. O alemão fez 1m23s922, melhor marca desta sexta-feira. O tempo, porém, não foi tão mais rápido que oanotado por Sebastian Vettel na sessão de abertura, nem o de Kimi Raikkonen, segundo colocado na atividade, com 1m24s176. O finlandês, aliás, teve problemas no sistema de combustível de seu carro, rapidamente consertado pelos mecânicos da escuderia italiana.

Ao que sugere, a diferença entre os carros prateados e vermelhos não parece tão grande no Circuito de Barcelona-Catalunha, palco da 5ª etapa da temporada 2016 da Fórmula 1. Lewis Hamilton ficou em terceiro com 1m24s641, atrás do Homem de Gelo, mas à frente de Vettel, que deu poucas voltas com pneus macios e foi o quarto com 1m25s017.

Com a Williams tradicionalmente discreta nas sextas-feiras, Felipe Massa foi somente o 16º, com 1m26s491. Seu parceiro Valtteri Bottas ficou em 11º, com 1m25s708. Já o desempenho da Sauber é ruim. E real. Felipe Nasr terminou em 20º (1m27s812) e seu companheiro de time, Marcus Ericsson, foi o último (1m28s501), ambos atrás dos dois carros da Manor.

Enquanto os olhos neste fim de semana estavam voltados para Max Verstappen, agora da RBR, e Daniil Kvyat, de volta à STR, o mais veloz com os carros da companhia de energéticos foi Carlos Sainz Jr., quinto com a STR, logo à frente do mais experiente Daniel Ricciardo, sexto com a RBR. Verstappen foi o oitavo, e Kvyat, apenas o 15º. O destaque da sessão ficou por conta de Fernando Alonso, sétimo com a McLaren.

Os pilotos voltam à pista às 6h deste sábado para o 3º treino livre. Pouco depois, às 9h, é a vez da sessão que define o grid de largada. O SporTV e o SporTV Play transmitem ambas as atividades ao vivo.

Fonte: Ge

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.