Dois meses depois de encerrar a carreira, Massa está de volta a Fórmula 1
Por Redação Publicado 16 de janeiro de 2017 às 13:00

Pouco mais de dois meses depois da festa de despedida no Grande Prêmio do Brasil, no dia 13 de novembro de 2016, o piloto brasileiro Felipe Massa está de volta ao circuito da Fórmula 1. Nesta segunda-feira, a escuderia inglesa Williams anunciou a contratação de Massa, por mais uma temporada, para ser companheiro de Lance Stroll e ajudar no desenvolvimento dos carros de 2017.

“Estou muito feliz por voltar para a Williams. Eu sempre pensei que correria em um lugar diferente em 2017, mas a Williams é um time que está no meu coração. Quando me deram a chance de ajudar o time nesta temporada, eu senti que era a coisa certa a fazer. Certamente, não perdi meu entusiasmo pelas corridas e estou muito motivado para guiar o FW40 (carro da temporada 2017)”, declarou Felipe Massa.

O brasileiro admitiu que a aposentadoria do alemão Nico Rosberg, apenas cinco dias depois de conquistar o título mundial de 2016, e a transferência do piloto Valtteri Bottas para a Mercedes foram fatores determinantes para o seu retorno à Williams.

“O que aconteceu no fim da temporada com Nico inesperadamente se aposentando, causou uma mudança única nos acontecimentos. Foi oferecida a Valtteri uma oportunidade fantástica e, como resultado, uma oportunidade surgiu para mim. Quando a mídia começou a noticiar que eu poderia retornar, fiquei tocado pela reação de muitos fãs que me queriam de volta, e quando eu recebi a ligação da Williams era uma oferta que eu não podia recusar”, declarou.

Massa iniciou sua história na Williams em 2014. Segundo ele, os três últimos três anos na escuderia serão importantes para voltar e ajudar a dar estabilidade e experiência para a equipe em 2017.
“Por isso foi algo que me pareceu certo fazer. Eu tenho uma paixão por correr, por competir e por lutar na pista. Meu retorno não é sobre ver a Fórmula 1 como a melhor opção, mas sobre ver o papel na Williams como a melhor opção. Eu não retornaria em nenhuma outra equipe”, garantiu.

Fonte: Campo Grande News

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).