Celebridades repudiam estilistas Dolce e Gabbana por críticas à fertilização in vitro
Por Redação Publicado 17 de março de 2015 às 12:32

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LONDRES (Reuters) – Celebridades revoltadas foram ao ataque contra os estilistas italianos Domenico Dolce e Stefano Gabbana nesta segunda-feira, depois que Dolce descreveu crianças de pais gays nascidas de tratamentos de fertilidade como “sintéticas”.

Liderando o coro das críticas, o cantor pop Elton John pediu um boicote à marca no domingo.

Victoria Beckham, ex-embaixadora da Dolce & Gabbana, se solidarizou com Elton John nesta segunda-feira, enviando uma “mensagem de amor” ao astro britânico, ao marido dele, David Furnish, aos dois filhos do casal, Zachary e Elijah, e a “todos os lindos bebês da fertilização in vitro”.

A roqueira Courtney Love acusou a dupla italiana de “preconceito insensato”.

Mas Gabbana fez pé firme, dizendo que os dois têm direito de opinar e chamando Elton de fascista.

Concetta Lanciaux, consultora da indústria de luxo e ex-conselheira de Bernard Arnault, diretor-executivo do conglomerado de artigos de luxo LVMH, afirmou não acreditar que o pedido de Elton tenha impacto nas vendas da D&G.

“Os consumidores entendem o humor de Domenico e Stefano, que são conhecidos pela sua língua afiada. Além disso, os novos consumidores, mesmo que não concordem com a declaração, gostam de pensar que vivemos num mundo livre onde as pessoas ainda podem expressar seus sentimentos e suas opiniões”, afirmou.

O furor surgiu depois que a revista italiana Panorama citou comentários de Dolce nos quais ele criticou tratamentos de fertilidade e a criação de filhos de casais homossexuais.

“Você nasce e tem um pai e uma mãe. Ou pelo menos deveria ser assim, e é por isso que não acredito em crianças criadas pela química, em bebês sintéticos, em barrigas de aluguel”, opinou Dolce.

(Por Angus MacSwan)

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Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.