Apple inicia venda de capinha que dá a iPhones carga de até 25 horas
Por Redação Publicado 8 de dezembro de 2015 às 12:35

Acessório é vendido nos EUA pelo equivalente a R$ 380.
Usuários criticam Apple pelo design e utilidade do acessório.

A Apple começou sem alarde a vender em sua loja virtual um case para carregar a bateria de iPhones em até 25 horas de conversação ou 18 horas de navegação no 4G.

A capinha é voltada a iPhones 6 e 6s. Há duas versões, uma branca e outra cinza. Ainda não disponível na loja brasileira da Apple, o acessório é vendido por US$ 100 (R$ 380) nos Estados Unidos e por £ 80 (R$ 456), no Reino Unido.

No Brasil, a Apple vende apenas capas convencionais com sua marca por entre R$ 250 e R$ 370. Também há acessórios carregadores, mas fabricados por outras marcas, como a Mophie. Para estes, os preços ficam entre R$ 800 a R$ 1 mil.

A capa recarregadora da Apple é alvo de comentários dos internautas, devido ao seu design. A bateria responsável pela carga extra foi posicionada na parte de trás do acessório, o que cria uma protuberância. Para abastecer o iPhone, o case possui um conector Lightning.

Outra reclamação é que a Apple solucionou o problema da bateria de seus celulares com um acessório, e não melhorando os componentes dos aparelhos. O desempenho do iPhone 5s, que funciona em repouso por até 10 dias sem novas recargas, foi mantido nos iPhone 6 e 6s. Nos iPhone 6 plus, essa capacidade foi ampliada para 12 dias, e 6s plus, para 16 dias.

Fonte: G1

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.