Vulcão Turrialba tem maior erupção em quase 20 anos na Costa Rica
Por Redação Publicado 13 de março de 2015 às 11:59

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 SAN JOSÉ (Reuters) – O vulcão Turrialba, na Costa Rica, expeliu uma coluna de gás e cinzas de até um quilômetro de altura nesta quinta-feira em sua erupção mais poderosa em quase duas décadas, e as autoridades locais começaram a retirar moradores de uma área próxima.

Quatro explosões ocorreram no vulcão localizado no centro da Costa Rica nesta quinta-feira, e cinzas atingiram partes da capital, San José, a cerca de 50 quilômetros de distância. É a erupção mais forte do vulcão desde 1996.

“Recomendamos a retirada de pessoas e animais de pequeno porte como precaução. A última explosão foi muito forte”, disse um porta-voz do Observatório Vulcanológico e Sismológico da Costa Rica (Obsivori).

O Aeroporto Internacional Juan Santamaría, em San José, foi fechado indefinidamente. Sete voos que partiriam da cidade ficaram em terra e três que deveriam pousar no terminal foram desviados ao Panamá.

A Comissão Nacional de Emergências (CNE) decretou alerta amarelo e ordenou o fechamento das vias de acesso próximas ao vulcão, que é uma grande atração turística, e estava isolando a região num raio de quase dois quilômetros do vulcão.

O Turrialba entrou em erupção em outubro, quando também atingiu a capital com cinzas depois de expelir magma pela primeira vez desde por volta de 1863.

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Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.