Nudestarter é site brasileiro que quer organizar ‘vaquinhas’ para nudes
Por Redação Publicado 4 de fevereiro de 2017 às 13:22

No ar há 2 meses, página permite que usuário determine valor mínimo para que sua sessão de fotos seja produzida. Criadores estão na Campus Party para divulgar projeto.

As pessoas compartilham nudes de graça, por que não ganhar dinheiro com isso?” Esse é um dos motes do Nudestarter, um site brasileiro que quer organizar “vaquinhas” na web para aquele ou aquela famosinha do Instagram (ou do Twitter, ou do YouTube, ou da vida real) mandar nudes.

Encabeçado por Gabriel Cantarin, de 22 anos, um jovem empreendedor do interior de São Paulo, o Nudestarter veio à Campus Party 2017 para divulgar seu projeto, atrair usuários, modelos e é claro, investimentos. A página está no ar há 2 meses.

O nome parece polêmico, mas o site não pretende compartilhar fotos íntimas de desavisados. Segundo Cantarin, o objetivo é oferecer “uma plataforma aberta para qualquer um que tiver interesse em fazer um ensaio sensual”.

“Selecionamos alguns ‘cases’ de empresas e observamos porque umas vendem mais e outras menos. Então comecei a pensar na ‘Playboy’, que na época estava mudando o modelo de negócios”, diz Cantarin, que surgiu com o Nudestarter após um curso de empreendedorismo na região de San Mateo (EUA), no Vale do Silício.

“Ela trabalha no padrão de beleza normal, mas os gostos mudaram. As pessoas têm fetiches diferentes”.

O Nudestarter funciona no esquema de “crowdfunding”, ou financiamento coletivo. A pessoa vai lá, se cadastra no site e determina um valor mínimo para que sua sessão de nudes seja produzida. Homens, mulheres e trans são aceitos.

“Quem gosta daquela pessoa, os seguidores, os amigos, pagariam por isso. Se ela não atingir o valor, eu devolvo todo o dinheiro. Se atingir, ela produz o ensaio e eu mando o conteúdo para quem pagou. E o dinheiro para ela. Os riscos são menores”, conta Cantarin.

Ele diz que, atualmente, o Nudestarter tem 12 projetos ativos, de um total de 25 já confirmados e que ainda não foram ao ar. “Agora, com a Campus Party, depois dos novos contatos que fizemos, inclusive com algumas youtubers, o número deve subir bastante”.

Fonte: G1.