Comemorando 20 anos do 1º CD, Zeca Baleiro emociona fãs em show acústico em São Paulo
Por Redação Publicado 3 de abril de 2017 às 10:56

Neste fim de semana, Zeca exibiu seu lado acústico em três datas esgotadas no Sesc Pinheiros, em São Paulo.
No domingo (2), o maranhense mostrou composições próprias e suas versões ousadas.

Acompanhado do pianista Adriano Magoo e do violoncelista Lui Coimbra, os arranjos do trio (com zeca ao violão ou apenas voz) trouxeram ainda mais intimismo às baladas Bandeira e Babylon.

As histórias divertidas das canções costuraram o repertório. Antes de cantar o hit Telegrama, Zeca contou que a letra da música marcou alguns pontos inusitados na época do lançamento. Primeiro, um vizinho de prédio, em São Paulo, se recusou a frequentar uma reunião com o artista só porque ele estava irritado com a frase “eu estava mais solitário do que um paulistano…”. Em outras ocasiões, delegados apareceram para agradecer a parte que diz “hoje acordei com uma vontade danada de mandar flores ao delegado…”. A plateia caiu no riso.

Ele também relembrou que compôs a bela Tomie Ohtake depois de observar o prédio do instituto de mesmo nome durante um pôr do sol coloridíssimo no bairro da Vila Madalena.

Outro grande destaque de Zeca, e que fica ainda mais surpreendente ao vivo, é sua capacidade de transformar completamente sucessos de outros compositores. Entre as belas versões da noite, estavam Esotérico (Gilberto Gil), a dobradinha Dia Branco (Geraldo Azevedo) e Paralelas (Belchior), além da já conhecida Proibida Pra Mim (Charlie Brown Jr.).

No bis, o cantor ainda emocionou os fãs com a releitura incrível de Ai Que Saudade D’ocê.

Um show inesquecível.

Fonte: Daniel Vaughan, do R7

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.