Vigilância Sanitária atesta qualidade dos produtos de origem animal em Dourados
Por Ariel Moreira Publicado 27 de abril de 2017 às 16:56

O Núcleo de Vigilância Sanitária de Dourados divulgou nota sobre o trabalho desempenhado para atestar a qualidade dos produtos de origem animal no maior município do interior do Estado no contexto da operação Carne Fraca, deflagrada em março. À época, as fiscalizações ocorreram em empresas citadas na operação e demais locais que comercializam ou produzem estes alimentos no município.

A equipe de fiscalização verificou vários estabelecimentos que comercializam produtos de origem animal, onde foram verificados a procedência, conservação e validade. Segundo a Vigilância, durante a operação foram coletadas amostras de produtos de origem animal para análise junto ao Laboratório Central (Lacen), em Campo Grande, e os laudos de análises apresentados esta semana para o município de Dourados foram satisfatórios.

Foram coletadas amostras de mortadela de frango, salsicha, embutido cozido e defumado de peito de peru, retirados aleatoriamente e encaminhados, sob refrigeração, mantendo as condições ideais de transporte, para análise. Os Produtos coletados são registrados no SIF – Serviço de Inspeção Federal.

Segundo a nota, foi encontrada apenas uma irregularidade de incompatibilidade de legislação e os produtos foram apreendidos e inutilizados.

A Vigilância Sanitária de Dourados informa que este tipo trabalho junto aos estabelecimentos de Dourados é contínuo, onde os mesmos são vistoriados para a liberação do alvará sanitário.

A vigilância ressalta que comércio de produtos de origem animal sem inspeção sanitária oferece risco iminente à saúde.

Entre estes problemas, as toxinas produzidas pelas bactérias Staphylococcus aureus, Clostridium spp, Bacillus cereus, Escherichia coli, Vibrio spp, Salmonella spp, Shigella spp, Escherichia coli, Brucelose, alguns vírus como Rotavirus, Noravirus e parasitas como Entamoeba histolytica, Giardia lamblia, Cryptosporidium parvum, são combatidos.
 

Fonte: GDNews

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.