Prefeitura ouve Campo-Grandenses e avalia as obras de recapeamento na rua Brilhante
Por Ariel Moreira Publicado 4 de abril de 2017 às 15:53

Via de acesso rápido e de grande importância para Campo Grande, a Rua Brilhante passa por melhorias. Os três quilômetros fazem parte do cronograma de recapeamento, um convênio firmado entre a Prefeitura Municipal e o Exército Brasileiro que prevê a reestruturação de 12 km de ruas e avenidas na Capital.

A pedido da prefeitura, servidores da Ouvidoria-geral de Campo Grande foram às ruas conversar com comerciantes e moradores da região para saber como o campo-grandense avalia os serviços e quais são os pontos que merecem maior atenção.

IMG_2437“O prefeito Marquinhos Trad tem se preocupado em ouvir de perto a opinião dos comerciantes e moradores da região, pois esse tipo de ação deverá se estender a outros projetos. Precisamos melhorar a cidade com base nas sugestões da população”, declara o ouvidor Antonio Ueno.

Para a maioria da população, falta organização na execução das obras. “A via, com certeza, precisa passar por melhorias e não são poucas, mas o trabalho está um pouco confuso”, relata o comerciante Moacir Ferraz.

Segundo ele, o ideal seria a prefeitura ou o próprio Exército divulgar um cronograma informando os dias e os horários que a via passará por interdições.

Para o garagista Afonso Júnior, o ideal seria trabalhar por trechos para que não haja prejuízos. “O Exército precisa fechar uma quadra e terminar o serviço no local, para só depois interditar novas pistas, assim o trânsito flui melhor”, sugere o comerciante.

Gerente de um posto de combustível, Bruno Ojeda, também faz a mesma observação, “Com o início das obras e consequentemente o remanejamento do trânsito, o fluxo de clientes no posto acabou diminuindo. É bom ter em mãos essa escala para nos planejarmos melhor”, destaca Ojeda.

O trecho que fica entres as ruas Vicente Solari e Salim Maluf foi citado pelos comerciantes como um ponto crítico, já que no local há uma figueira centenária que compromete o escoamento da água da chuva.

IMG_2457Segundo a vendedora Mariane de Souza, toda vez que chove a rua fica intransitável, principalmente para os pedestres. “Se junto com o recapeamento vier também novas bocas de lobo, principalmente próximo à figueira, já irá amenizar bastante o problema”, sugere.

Sinalização e redutores de velocidade também foram apontados como prioridade. De acordo com os moradores, a via é precária nesse quesito o que acaba contribuindo para o excesso dos motoristas. “Aqui o pedestre não tem vez, precisa atravessar correndo e contar com a sorte”, relata um morador que prefere não se identificar. O trecho fica em frente à um hipermercado e possui um grande fluxo de veículos e pedestres.

As obras de recapeamento tiveram início no mês de fevereiro e além das ruas Guia Lopes e Brilhante, as avenidas Marechal Deodoro e Bandeirantes também irão passar por melhorias. O projeto foi dividido em cinco etapas e orçado em R$ 24 milhões.

O relatório com as demandas da população foi encaminhado à Controladoria-geral do Município e também à Secretaria de Governo que deve comunicar as demais secretarias responsáveis pela execução da obra e ajustar as solicitações de acordo com o avanço da obra.

“Ouvindo os anseios da população a probabilidade de acerto é maior”, finaliza Antonio Ueno.

Fonte: CG Notícias

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).