DOF realiza operações para coibir contrabando e apreensões totalizam R$ 260 mil
Por Redação Publicado 8 de setembro de 2016 às 21:34

O DOF (Departamento de Operações de Fronteira) realizou duas operações durante a semana nas regiões de Maracajú e Mundo Novo. As operações Xavante e Bravo começaram no domingo (4) e totalizaram R$ 260 mil em apreensões de produtos contrabandeados do Paraguai como drogas, cigarros e pneus.

A primeira operação denominada Bravo, foi realizada na região de Mundo Novo, município distante 476 km de Campo Grande, e durante a abordagem policial foram apreendidos quatro veículos, um revólver calibre 38, munições, pneus e produtos eletrônicos que totalizaram R$ 60 mil.

Além disso, a operação culminou na prisão de três homens por crimes como porte ilegal de arma de fogo, adulteração de sinais de identificação de um veículo Scania e contrabando de produtos eletrônicos, informática e pneus.

Essa operação tinha como finalidade reprimir ações criminosas na região como tráfico de droga, contrabando e roubo de cargas e veículos. A ação foi realizada também nas cidades de Iguatemi, Itaquiraí e Eldorado. Foram realizados também diversos bloqueios policiais nessa região, e 425 veículos foram abordados durante a ação.

Já na segunda operação realizada pelo DOF em Maracaju, município distante 160 km de Campo Grande, os produtos apreendidos totalizaram R$ 200 mil. Denominada como Operação Xavante, as ações ocorreram também nas cidades de Nioaque, Jardim e Bela Vista.

De acordo com o departamento a operação realizou a captura de dois foragidos da justiça, apreensão de 80 kg de maconha, de uma pistola calibre 38 com 15 munições, além de 350 pacotes cigarro e 43 pneus. Uma pessoa também foi presa por tráfico de drogas.

O departamento informou ainda que outras regiões da fronteira do Estado com o Paraguai e com a Bolívia também participarão de outras operações no futuro.

Segundo o diretor do DOF, Coronel PM Ary Carlos Barbosa, as operações atingiram a meta proposta inicialmente pelo departamento. “Conseguimos coibir os crimes comuns das regiões. Dessa forma pudemos aumentar a sensação de segurança de quem transita, trabalha ou reside nas áreas saturadas pelo policiamento, contribuindo de forma incisiva no combate aos crimes tipicamente fronteiriços”.

Fonte:Campo Grande News

Notícias O Estado pode ser ressarcido pelos gastos com trotes aos serviços de emergência, que envolvem remoções, resgates, combates a incêndios e ocorrências policiais. É o que defende o projeto do deputado Cabo Almi (PT), que foi apresentado na Assembleia. Veja Mais › Prefeitura pode remanejar servidor ou chamar aprovados, sugere juiz › Decisão de romper convênios é forma de estancar sangria nos cofres, diz juiz A proposta ainda prevê que esta cobrança (ressarcimento) será feita via fatura do serviço telefônico, que originou a chamada e o trote aos serviços de emergência. O valor desta reparação pode começar por 50 uferms, que equivalem a R$ 1.219,00. Se houver reincidência nesta atitude, pode ter que pagar o dobro. Caberá aos órgãos e as instituições públicas que realizam estes serviços de emergência, divulgarem as tabelas de consumo, com cada etapa das rotinas de atividades, descrevendo os custos de triagem das chamadas, assim como os deslocamentos das equipes. O autor do projeto diz que a intenção é diminuir o número de trotes recebidos pelos serviços públicos, com o ressarcimento dos gastos. “Estes trotes desviam recursos e esforços financeiros e humanos dos responsáveis pela segurança pública”, justificou. A matéria foi encaminhada para as comissões permanentes, para depois ser apreciada em duas votações no plenário da Assembleia. Os deputados devem avaliar a legalidade e o mérito da proposta. Caso seja aprovada, segue para sanção do governador Reinaldo Azambuja (PSDB).