No País de Gales, crianças brincam com bomba achando que é boia
Por Redação Publicado 21 de agosto de 2015 às 07:45

Pai fotografou filhos brincando com mina da 2ª Guerra em praia.
Zona de exclusão com raio de 1 km foi delimitada para a detonação.

Um pai deixou seus dois filhos brincarem com uma bomba não detonada da Segunda Guerra Mundial durante um fim de semana na praia, no Reino Unido. A família, que encontrou a mina naval na areia, achou que fosse uma boia.

Gareth Gravell, de 34 anos, levou seus filhos Ellis e Erin, de 4 e 6 anos, respectivamente, para curtir um fim de semana em West Beach, praia na região do País de Gales.

No local, encontraram um estranho objeto na areia, que Gravell acreditou que fosse uma boia, e permitiu que seus dois filhos brincassem com ele.

O pai ainda fotografou as crianças com a bomba e publicou em sua conta no Twitter. Quando percebeu o que realmente era o objeto, disse no post: “Então, a boia que meus filhos estavam brincando no fim de semana é uma bomba da Segunda Guerra Mundial. Oops”.

Em entrevista ao jornal britânico “Mirror”, Gravell afirmou que, quando encontrou a bomba, ficou mais preocupado com as cracas presas nela. “Eu vi que tinha uma corrente, mas pensei que fosse uma boia”, afirmou.

Um zona de exclusão com um raio de 1 km foi demarcada para a detonação da bomba na praia(veja o vídeo da explosão). Membros do esquadrão antibomba da Marinha Real foram convocados para detonar a mina na segunda-feira (17).

Gravell ficou muito assustado com a história e afirmou que não imaginava que realmente fosse um explosivo. “Felizmente eles estão bem e continuam aqui. Foi um pouco de experiência para eles”, afirmou ao “Mirror”.

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Fonte: G1

Economia Ministros do Tribunal Superior Eleitoral discutem conceder mais prazo para as defesas da ação Dilma-Temer se manifestarem no processo. Se eles acatarem as chamadas preliminares dos advogados, o julgamento- que começará na semana que vem- pode ser suspenso. O presidente do TSE, Gilmar Mendes, deve marcar o julgamento para o começo da semana que vem. Antes do ministro Herman Benjamin entrar no mérito do seu voto (cassa ou não), ele começa pelas preliminares. As preliminares são contestações e circunstâncias levantadas pelas partes do processo. A defesa da ex-presidente Dilma Rousseff pediu, antes das alegações finais, que o relator concedesse mais prazo para que eles pudessem analisar documentos sobre a Lava Jato que haviam sido anexados ao processo. Eles queriam cinco dias, mas Benjamin concedeu 48 horas. Segundo ministros ouvidos pelo blog, a corte pode decidir durante o julgamento na semana que vem conceder os cinco dias às defesas. São cinco dias corridos. Se isso ocorrer, o julgamento que deve começar na semana que vem será suspenso e os advogados são intimados. Depois dos cinco dias, as defesas apresentam novas alegações finais e o julgamento já pode ser pautado novamente. O julgamento poderia ser pautado novamente na semana da Páscoa. Na quarta-feira, porém, o feriado no Judiciário começa na quarta-feira. Além disso, o ministro Gilmar Mendes estará no exterior. Neste cenário, o ministro Henrique Neves não participa do julgamento. O mandato de Neves acaba dia 16 de abril. Na semana seguinte à da Páscoa, o ministro Gilmar Mendes participará de um evento no exterior, que começa dia 18 de abril em Portugal. Depois, ele acompanha no domingo dia 23 de abril eleições presidenciais na França. Sua previsão de volta é a última semana de abril. Nas contas de integrantes da corte, o julgamento só deve ter nova data a partir da última semana de abril.